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Chega de Hipocrisia - 22 anos e nada mudou
20 de outubro de 2015
Reproduzimos o artigo de Sergio Suslik Wais, Presidente da Gente Seguradora, escrito para o Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, em 30 de julho de 1993.
Título original: Chega de Hipocrisia
A verdade é que para emitirmos qualquer opinião séria, hoje, é necessário, antes de tudo, nos livrarmos da verdadeira hipocrisia que impera no País, onde se esqueceu que o importante é o substantivo e não o adjetivo. E que não existem direitos sem obrigações.
O mundo moderno exige dos cidadãos velocidade e o olhar para frente, sem preconceitos e cobrança para com o passado.
A privatização do mercado segurador, as operações oligopolizadas pelo Estado, não pode ser vista de uma forma isolada. Ela faz parte de todo o contexto nacional e internacional, passando de substantivo a adjetivo, sendo um reflexo da economia em que vivemos.
O verdadeiro substantivo é ser humano, independente de ser americano, europeu ou africano, e de raça ou religião.
A velocidade e a evolução do mundo não permitem mais a existência de minorias que herdaram direitos e que se esqueceram das obrigações.
O conceito de riqueza evoluiu e ninguém consegue ser rico enquanto existirem pessoas ao seu redor que passam fome, como é o caso da grande maioria da população brasileira.
Seguem aqui algumas reflexões que julgamos importantes para que o brasil não perca a nave espacial da história e para que possamos ver uma estrela no céu:
Conscientização da natalidade, através de programas educativos. Para ter filhos, os pais e a sociedade teriam que ter condições de proporcionar alimentação, saúde, educação e trabalho, além de moradia.
Aos governantes caberiam somente a função de incentivar, regular e fiscalizar.
Fim da estabilidade de emprego. Compromisso de toda a sociedade com a geração de trabalho.
Privatização ou extinção de toda e qualquer empresa que esteja nas mãos do “governo” e não tenham as funções citadas.
Enfim, um Governo e uma iniciativa privada para todos e não somente para alguns “privilegiados”, com obrigações e direitos iguais.
O mercado segurador continuará sendo reflexo da economia em que vivemos. Cabe-nos, portanto, trabalhar em prol do substantivo. Só assim o adjetivo será maior e melhor.
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