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Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

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 ‘Atender sinistro não é tarefa simples’
  17 de novembro de 2015

O atendimento ao DPVAT não tem uma solução simples, mas os corretores de seguros, aqueles que se predispõem à especialização no ramo, são capazes de dar uma grande contribuição ao andamento de processos de sinistros, na avaliação da corretora Simone Serrano Bley, dona da paulistana Bley Corretora de Seguros. Para isso, ela concorda que deva existir um programa de incentivo à categoria, que passa necessariamente pela melhora da remuneração do trabalho.

Sem isso, ela julga muito difícil que haja uma adesão em massa do corretor no atendimento às vítimas de acidentes Brasil afora. Ela qualifica de “ridícula” qualquer medida que venha a restringir a atividade do corretor no DPVAT, como a pretensão de proibi-lo de fazer mais de 30 atendimentos por mês. “A Líder não tem que determinar o número de segurados que devo atender. O que precisa ser feito é tirar o DPVAT das mãos dos atravessadores”, defende, acrescentando que ao dificultar a vida do corretor, facilita-se a desses intermediários.

Na avaliação de Simone Bley, prestar auxílio às vítimas do trânsito, geralmente pessoas humildes e com pouca instrução, é muito difícil e trabalhoso. “Não é como se apregoa por aí, como também não gera negócios em outros ramos de seguros. Afirmativas nesse sentido estão fora da realidade, pois são pessoas sem renda suficiente para isso”, analisa.

Com um programa de incentivo por atrás, Simone Bley entende que o corretor, aquele que quer operar com o DPVAT, reúne as melhores condições de atender bem, diante da dificuldade que normalmente os segurados têm de preencher o roteiro de acesso à indenização. “Em geral, eles têm dificuldade de entender os procedimentos e, nos Correios, o pessoal nem sabe o que está no papel”, explica. “Atender sinistro não é algo simples assim”, emenda

Agora, segundo ela, se a pretensão da Líder é fechar o espaço do corretor, não há dúvida de que a medida favorecerá ainda mais os atravessadores. E com isso, ela acredita que se abrirá também mais espaço para a trambicagem e a fraude, que se alastrarão com mais intensidade pelo País.



Comentários


marcos 17 de novembro de 2015
Muito bom

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