NAVEGADOR DESATUALIZADO: Você está usando uma versão antiga de navegador. Recomendamos que atualize seu navegador.
Fechar X
  • Gente Seguradora
  • Gente Seguradora
Gente Seguradora
busque o que você procura aqui
Gente Seguradora
Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

Notícias

>

 Esquema de fraude desbaratado no Paraná
  24 de novembro de 2015

Mais uma quadrilha foi desbaratada e um esquema de fraude contra o seguro DPVAT desarticulado em uma ação da Polícia Civil (PC). Agora foi no Paraná. Na manhã do último dia 9, a PC paranaense deflagrou a Operação Fraus (fraude em latim), com apoio da corregedoria da Polícia Militar, prendendo quatro pessoas, uma delas a proprietária da empresa investigada e esposa de um PM, também preso. A polícia diz que a empresa foi fechada, mas não cita o seu nome, e que apreendeu documentos e computadores utilizados para a prática dos crimes.

À imprensa, o delegado titular da 7ª Delegacia de Polícia, Matheus Laiola, contou que havia diversos procedimentos investigatórios envolvendo a prática delitiva da mesma empresa registrados na delegacia. “Designamos investigadores para cuidar dos casos e descobrimos a prática de diversos crimes praticados pelos suspeitos. O modus operandi da empresa era quase sempre o mesmo. Prestavam assistência à vítima logo na saída do hospital e falsificavam o procedimento de sinistro do seguro para ficar com grande parte dele”, afirmou Laiola.

A fraude era comandada de dentro dessa empresa que fazia a intermediação dos processos de sinistros, que o delegado Laiola chamou de atravessadora. Pela investigação, os funcionários do Hospital do Trabalhador de Curitiba forneciam informações e contatos de acidentados para a empresa. Há suspeitas de participações de médicos no esquema da fraude.

Para conseguir a indenização, paga à vítima, a quadrilha, que cobrava taxa de até 30%, fraudava diversos documentos, como boletins de ocorrência e documentos médicos. A investigação apontou também que os laudos médicos eram emitidos sem a presença da vítima.

Os envolvidos responderão pelos crimes de associação criminosa, prática dos crimes de estelionato e falsidade documental e crime contra a relação de consumo, se condenados, poderão pegar até 18 anos de prisão. As investigações seguem com o objetivo de estabelecer a participação de outras pessoas envolvidas no esquema criminoso.



Comentários


Thaís 27 de novembro de 2015
Triste! Por esses e outros que as assessorias se queimam.
Mas tem muita gente honesta no mercado. Acho que em toda profissão sempre tem um pilantra. Começar pelos nossos representantes.
Susep está calada até agora, não coloca uma posição em relação aos abusos das circulares que a líder vem impondo é dificultado que o cidadão receba, sua indenização. ( declaração de proprietário de veículo e ato declaratório.

Léa26 de novembro de 2015
Esse tipo de prática que denigre nosso trabalho e faz com que as pessoas percam a credibilidade no Seguro DPVAT, é importante sempre realizarmos um trabalho honesto com integridade e acima de tudo responsabilidade no que faz.

Deixe seu Comentário

Obs.: Os comentários não representam a opinião do Newsletter. A responsabilidade é do autor da mensagem.