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Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

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 ‘DPVAT é um direito nosso, que nos foi tomado’
  01 de dezembro de 2015

Em resposta simples e direta, o corretor de seguros Paulo Celso Valente Nery não titubeia: “Claro que o monopólio deve acabar”, opina, como se proferindo uma sentença, ao criticar à centralização das operações do DPVAT na Seguradora Líder, modelo que vê como esgotado. Para ele, hoje, o sentimento bem presente é o de que tem muitas pessoas se locupletando do seguro obrigatório, com fraudes, golpes, propinas, corrupção.

Ele acredita que a única saída capaz de recuperar a imagem e a função do DPVAT está na quebra do monopólio, que já persiste há 40 anos. “Não perco as esperanças na volta do DPVAT para os corretores de seguros, assim como vários outros colegas de profissão”, diz Paulo Nery, corretor que se dedicou a esse ramo desde quando ainda se chamava Recovat. Nery chegou a produzir 5 a 6 mil bilhetes por mês. “Não me importava em ser chamado de ‘bilheteiro’”, acrescenta ele, relatando como os corretores de seguros que se dedicavam ao DPVAT eram chamados. “Até que a criação dos consórcios e a Fenaseg (Federação Nacional das Seguradoras, hoje uma confederação, a CNSeg) nos ‘saquearam’, afastando o corretor do processo de comercialização”, conta.

Na avaliação de Paulo Nery, hoje localizado em Cabo Frio (RJ), os sindicatos da categoria (Sincors), em particular o do Rio de Janeiro, deveriam brigar, pressionar pelo fim do monopólio do DPVAT, devolvendo-o aos corretores e ao mercado, aberto à concorrência. A mesma atitude cobra da Fenacor, em prol do livre comércio. “O DPVAT é um direito nosso, que nos foi tomado”, brada.

Na análise dele, o seguro obrigatório do trânsito só piorou com o alijamento do corretor do processo da comercialização e com a introdução do monopólio. Atualmente, segundo ele, o que se vê é o aumento da fraude, o incentivo aos atravessadores e aos Correios. Para ele, a conjunção desses fatores faz com que o DPVAT funcione mal, hoje mais do que nunca. E isso sem falar nos valores das indenizações que estão parados no tempo, há nove anos. “Eles (diz referindo-se à Líder e às consorciadas) não querem assumir a responsabilidade pelo seguro. Então entregam tudo nas mãos de terceiros, como aos Correios, neste caso pulverizando a estrutura de atendimento. Estão perdidos. Na verdade, não sabem o que fazer”, conclui Paulo Nery.



Comentários


Paulo Nery01 de janeiro de 2016
João Gabriel, Cláudio Dias, José Almeida.....Nós demos a partida. Vamos nos unir. Junte mais Corretores (de preferência, nós, os antigos) e comuniquem-se com Alberto Salino, jornalista responsável pela edição do Jornal eletrônico da GENTE SEGURADORA. O Alberto é jornalista e um parceiro sério e voltado para os interesses de sua empresa, a GENTE SEGURADORA, a quem nós devemos prestigiar e dos Corretores. Seu e.mail pessoal é: \"[email protected] \" ALBERTO FERNANDES SALINO. Comuniquem-se com este destemido parceiro. Abraços de Paulo Nery.

JOAO GABRIEL POCAI DE BARROS02 de dezembro de 2015
TAMBEM CONCORDO COM O PAULO NERY, SEMPRE ACHEI UM ABSURDO O ALIJAMENTO DO CORRETOR DE SEGUROS, DO PROCESSO DE RECOLHIMENTO DO DPVAT, E MAIS QUE UM ABSURDO O MONOPOLIO. VAMOS EM FRENTE E COMPRAR ESSA BRIGA, COM OS SINCORS, FENASEG, FENACOR, SUSEP E LIDER SEGURADORA, SE PRECISO FOR \"CHEGA DE MONOPOLIO\"DEVOVAM AO CORRETOR DE SEGUROS O QUE SEMPRE FOI NOSSO, A COMISAO DO DPVAT.

Cláudio Dias01 de dezembro de 2015
concordo com o fim desses monopólios ineficientes e corruptíveis

Jose Almeida01 de dezembro de 2015
Rapaz, muito bom esse desabafo e a visão do colega Paulo Nery. Realmente tiraram das mãos dos corretores e hoje querem dar uma pontinha para os profissionais, enquanto entidades ostentam poder patrocinado com o que nos tiraram.

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