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Alberto Salino - MTb 13.016
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Notícias
Fraude: ‘Tem que levar às últimas consequências’
21 de julho de 2015
“A burocratização é uma porta gigantesca para a fraude”, aponta o presidente do Sincor-BA, Wanderson Gomes do Nascimento, em continuidade à entrevista concedida ao @GenteDPVAT, parte já publicada na edição da semana passada. “Acredito que para diminuir as fraudes, primeiro temos que ter um processo inicial bem simples e rigoroso em suas análises iniciais. Mas – prossegue –, o que mais inibe essa prática em qualquer área é a penalização a quem pratica – seja corretor e/ou beneficiário, seja seguradora –, tem que levar às últimas consequências. “Sejam quem for”, sublinha.
Wanderson Nascimento vê ainda com preocupação o sistema de múltiplos canais de atendimento nos processos administrativos de sinistros DPVAT. “Pela quantidade de pessoas que atendemos em nosso sindicato, de pessoas insatisfeitas com atendimento que tiveram nos Correios, leva-me a crer no fracasso do processo por este meio”, opina. Ele diz reconhecer que o corretor deixou espaços para que novos meios fossem criados para cobrir o desinteresse da categoria em atuar nesse segmento. “Mas nada que não possa ser resgatado”, diz, otimista.
Pela natureza social do DPVAT, Wanderson comenta que a padronização nacional facilita bastante o entendimento de toda população a respeito desse seguro, na questão dos prêmios e dos valores das indenizações. Para ele, é preciso que haja uma atualização anual dos valores em cima de índices de correção. “Temos que entender que indenizações complementares cabem ao causador do dano, se houver, fugindo do caráter objetivo do DPVAT”, lembra.
Ele não concorda que preços e capitais segurados sejam regionalizados. “No meu pouco entendimento, interpreto que qualquer vítima tem direito a um valor nacionalmente definido, e que a segundo risco cabe ao judiciário definir, se culpa houver, ao causador do dano”, acrescenta Wanderson Nascimento.
Embora diga que não é profundo conhecedor da sistemática como um todo, reportando-se à possibilidade de agilizar o processo de sinistro DPVAT, o presidente do Sincor-BA manifesta-se convicto de que “nada é tão bom que não possa ser melhorado”. E prossegue assinalando que é preciso pensar que 30 dias é muito tempo para pagamento de uma indenização, se imaginado que há à disposição muitas ferramentas que permitem agilizar qualquer processo. “Temos que parar de pensar que as coisas estão bem, sempre foi assim”, pondera.
Aliás, nós – diz referindo-se aos corretores de seguros –, as seguradoras e toda a imprensa têm que empreender uma linguagem que atinja mais diretamente às pessoas, com menos segurês, para tornar o DPVAT mais conhecido e melhor avaliado pela população. É preciso, também, segundo ele, saber transmitir os benefícios que esse seguro devolve à mesma sociedade. “Acredito muito em linguagem direta, com textos curtos, mensagens objetivas e impactantes”, comenta.
Além disso, na avaliação dele, é digno de respeito e admiração o papel de qualquer entidade que tenha como visão oferecer o melhor atendimento possível às vítimas de trânsito. “A Gente Seguradora faz muito bem este papel, e tenho particularmente na figura do presidente Sergio (Wais) uma admiração pessoal e profissional em um nível bastante considerável”, revela Wanderson Nascimento.
Fernando Ferreira25 de julho de 2015
Eu ainda acho que se fosse feita mais investigações em Hospitais os quais ainda continuam atrapalhando e enganando muitas Vitimas no caso de Internação e que pessoas que não são contratadas pelo Hospital e sim uma Empresa Terceirizada, que foi contratada pelo Hospital e atrapalham muito quem tanto se esforça para ajudar muitas Vitimas, mais ainda sim tem muitas pessoas que ainda não sabem bem ao certo de como dar entrada no Processo e também tem o caso dos Correios ao qual vitimas o procuram e que não fornecem nem um outro suporte de acompanhamento as vitimas ou beneficiários, mais estamos divulgando nossos serviços e com isso teremos muitas possibilidades de ajudar a todos, penso também que se existissem mais fiscalização em CNPJ, de Empresas que prestam serviços de Seguros ai sim teria menos pessoas lesadas com pessoas atravessadores em frente a entrada de Hospitais como vem acontecendo aqui em Santa Catarina... Esse é meu relato...
Rita de Cassia Villano21 de julho de 2015
As fraudes só serão acabadas , quando não aceitarem mais procuração.
Deverá ser aceito apenas Curatela no caso de invalidez......que é uma decisão judicial comprovada.
Enquanto houver a aceitação de procuração, as fraudes não
acabarão.
Wanderson Nascimento vê ainda com preocupação o sistema de múltiplos canais de atendimento nos processos administrativos de sinistros DPVAT. “Pela quantidade de pessoas que atendemos em nosso sindicato, de pessoas insatisfeitas com atendimento que tiveram nos Correios, leva-me a crer no fracasso do processo por este meio”, opina. Ele diz reconhecer que o corretor deixou espaços para que novos meios fossem criados para cobrir o desinteresse da categoria em atuar nesse segmento. “Mas nada que não possa ser resgatado”, diz, otimista.
Pela natureza social do DPVAT, Wanderson comenta que a padronização nacional facilita bastante o entendimento de toda população a respeito desse seguro, na questão dos prêmios e dos valores das indenizações. Para ele, é preciso que haja uma atualização anual dos valores em cima de índices de correção. “Temos que entender que indenizações complementares cabem ao causador do dano, se houver, fugindo do caráter objetivo do DPVAT”, lembra.
Ele não concorda que preços e capitais segurados sejam regionalizados. “No meu pouco entendimento, interpreto que qualquer vítima tem direito a um valor nacionalmente definido, e que a segundo risco cabe ao judiciário definir, se culpa houver, ao causador do dano”, acrescenta Wanderson Nascimento.
Embora diga que não é profundo conhecedor da sistemática como um todo, reportando-se à possibilidade de agilizar o processo de sinistro DPVAT, o presidente do Sincor-BA manifesta-se convicto de que “nada é tão bom que não possa ser melhorado”. E prossegue assinalando que é preciso pensar que 30 dias é muito tempo para pagamento de uma indenização, se imaginado que há à disposição muitas ferramentas que permitem agilizar qualquer processo. “Temos que parar de pensar que as coisas estão bem, sempre foi assim”, pondera.
Aliás, nós – diz referindo-se aos corretores de seguros –, as seguradoras e toda a imprensa têm que empreender uma linguagem que atinja mais diretamente às pessoas, com menos segurês, para tornar o DPVAT mais conhecido e melhor avaliado pela população. É preciso, também, segundo ele, saber transmitir os benefícios que esse seguro devolve à mesma sociedade. “Acredito muito em linguagem direta, com textos curtos, mensagens objetivas e impactantes”, comenta.
Além disso, na avaliação dele, é digno de respeito e admiração o papel de qualquer entidade que tenha como visão oferecer o melhor atendimento possível às vítimas de trânsito. “A Gente Seguradora faz muito bem este papel, e tenho particularmente na figura do presidente Sergio (Wais) uma admiração pessoal e profissional em um nível bastante considerável”, revela Wanderson Nascimento.
Comentários
Fernando Ferreira25 de julho de 2015
Eu ainda acho que se fosse feita mais investigações em Hospitais os quais ainda continuam atrapalhando e enganando muitas Vitimas no caso de Internação e que pessoas que não são contratadas pelo Hospital e sim uma Empresa Terceirizada, que foi contratada pelo Hospital e atrapalham muito quem tanto se esforça para ajudar muitas Vitimas, mais ainda sim tem muitas pessoas que ainda não sabem bem ao certo de como dar entrada no Processo e também tem o caso dos Correios ao qual vitimas o procuram e que não fornecem nem um outro suporte de acompanhamento as vitimas ou beneficiários, mais estamos divulgando nossos serviços e com isso teremos muitas possibilidades de ajudar a todos, penso também que se existissem mais fiscalização em CNPJ, de Empresas que prestam serviços de Seguros ai sim teria menos pessoas lesadas com pessoas atravessadores em frente a entrada de Hospitais como vem acontecendo aqui em Santa Catarina... Esse é meu relato...
Rita de Cassia Villano21 de julho de 2015
As fraudes só serão acabadas , quando não aceitarem mais procuração.
Deverá ser aceito apenas Curatela no caso de invalidez......que é uma decisão judicial comprovada.
Enquanto houver a aceitação de procuração, as fraudes não
acabarão.
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