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Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

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 ‘Correios tiram a nossa credibilidade’
  04 de agosto de 2015

“Acho predatório”, sentencia o corretor responsável da paulista Joriseg Corretora de Seguros, Joaquim Braga (foto), ao comentar o sistema hoje de múltiplos canais de atendimento, com a inclusão dos Correios, nos processos administrativos de sinistros DPVAT. Os Correios – sustenta ele – não são um agente do setor. Para ele, não passam de um intermediário, pois não orientam as pessoas que ali vão enviar seus processos. Mas, ele faz uma ressalva, ao reconhecer que esse canal é um meio prático, desde que utilizado apenas nas localidades em que não há corretores de seguros ou escritórios de seguradoras consorciadas.

Do jeito que está arrumado o atendimento às vítimas do trânsito na atualidade, Braga diz que o corretor de seguros não é reconhecido na modelagem, levando-o a perder espaço e, também, prestígio. “As lojas dos Correios tiram a nossa credibilidade”, sustenta o corretor da Joriseg.

Já indo para dez anos sem reajustes, depois que foi submetido ao controle do Legislativo, de 2006 para 2007, os valores das indenizações previstos nas coberturas do DPVAT em vigor hoje continuam a gerar polêmica e protestos. Para Joaquim Braga, não há dúvida, os capitais segurados estão defasados. A proposta dele para acabar de vez com esse congelamento é recorrer à fixação de valores em unidade fiscal federal, atualizados conforme a correção anual dos índices da inflação. Medida nesse sentido, contudo, ele defende que seja estendida também aos preços do seguro obrigatório.

Contudo, ele acha que o atual modelo do DPVAT está correto, tendo os prêmios administrados pelo CNSP e Susep e as importâncias seguradas pelo Parlamento, exigindo a promulgação de lei para mudar ou aperfeiçoar a sistemática. Ele entende que o governo deve manter os preços desse seguro sob seu controle, que, também para ele, devem permanecer fixados nacionalmente. Ele é contra regionalizá-los, pois pode penalizar estados menos desenvolvidos. Assim, na avaliação dele, “a globalização dos sinistros estaria sendo praticada igualitariamente para todos, não gerando descontentamentos ou tentativas de fraude para receber o sinistro em locais mais vantajosos”.



Comentários


FERRAZ JUNIOR 07 de agosto de 2015
OI VERDADE COLEGA,., ABRAÇOS

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