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Alberto Salino - MTb 13.016
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Notícias
Contra atravessadores e fraudes, mais fiscalização
29 de junho de 2015
Para ao menos diminuir a atuação de atravessadores no DPVAT, Joaquim Braga, corretor responsável da Joriseg Corretora de Seguros, sugere, sem titubear, o combate às funerárias e aos escritórios de advocacias especializados em processos do seguro obrigatório. E acrescenta: “Tenho conhecimento de que alguns escritórios aqui (de Araraquara, interior paulista) chegaram até a remover os cartazes publicitários do DPVAT colocados pelo Sincor, formando um canal para reclamações do seguro somente para eles”.
Os escritórios a que se refere, estão instalados, segundo ele, em torno do maior hospital da cidade, responsável por atender um grande número de acidentados do trânsito e fazem propaganda em veículos automotores e até panfletagem. “Já informamos à Seguradora Líder sobre isso”, emendou Joaquim Braga.
Ele também vê nas fraudes contra o DPVAT um problema muito sério, que se alastra Brasil afora. E o que falta para coibi-las? “Mais fiscalização”, pondera o corretor da Joriseg Seguros.
“Vejo que não existem muitas fiscalizações em tudo, inclusive não vemos com frequência uma fiscalização ou comandos da polícia em estradas nacionais”, aponta, inferindo que a falta de fiscalização é generalizada no País.
Ainda na avaliação de Joaquim Braga, as campanhas institucionais sobre o DPVAT deveriam mostrar mais claramente aos proprietários de veículos como o dinheiro que eles pagam pelo seguro é usado, já que nem sempre eles são os beneficiários quando ocorre um sinistro.
Joaquim Braga também acredita que a fórmula para tornar o DPVAT mais conhecido e melhor avaliado pela sociedade é a realização de mais campanhas institucionais, para evitar inclusive que o seguro seja visto como um imposto. Para ele, a veiculação de peças publicitárias com mais intensidade deve contemplar todas as mídias e as redes sociais.
Os escritórios a que se refere, estão instalados, segundo ele, em torno do maior hospital da cidade, responsável por atender um grande número de acidentados do trânsito e fazem propaganda em veículos automotores e até panfletagem. “Já informamos à Seguradora Líder sobre isso”, emendou Joaquim Braga.
Ele também vê nas fraudes contra o DPVAT um problema muito sério, que se alastra Brasil afora. E o que falta para coibi-las? “Mais fiscalização”, pondera o corretor da Joriseg Seguros.
“Vejo que não existem muitas fiscalizações em tudo, inclusive não vemos com frequência uma fiscalização ou comandos da polícia em estradas nacionais”, aponta, inferindo que a falta de fiscalização é generalizada no País.
Ainda na avaliação de Joaquim Braga, as campanhas institucionais sobre o DPVAT deveriam mostrar mais claramente aos proprietários de veículos como o dinheiro que eles pagam pelo seguro é usado, já que nem sempre eles são os beneficiários quando ocorre um sinistro.
Joaquim Braga também acredita que a fórmula para tornar o DPVAT mais conhecido e melhor avaliado pela sociedade é a realização de mais campanhas institucionais, para evitar inclusive que o seguro seja visto como um imposto. Para ele, a veiculação de peças publicitárias com mais intensidade deve contemplar todas as mídias e as redes sociais.
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