Alberto Salino - MTb 13.016
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Estratégia é afastar o corretor do processo
01 de setembro de 2015
Alguns fatos corridos recentemente têm tirado a tranquilidade de muitos corretores de seguros em todo o Brasil. Não escodem a apreensão, achando que, no fundo, o objetivo é enfraquecer a atuação do corretor no mercado segurador, num duro golpe contra a profissão. Sócio-gerente da gaúcha Oliveira e Sartori Corretora de Seguros, Gastão G. de Oliveira (foto), é um dos que se mostram inquietos com atuais acontecimentos. A decisão da Líder de restringir o trabalho do corretor nos processos administrativos de sinistro DPVAT é um deles. Outro é a volta do projeto de lei (desarquivamento) que obriga as seguradoras a grafar o valor da comissão de corretagem na apólice.
O referido PL, na avaliação de Gastão de Oliveira, joga contra o corretor. “O lojista mostra na nota o quanto ganha na venda de uma mercadoria?”, indaga, chamando a atenção para o absurdo da proposição. Para ele, os corretores também não devem fazê-lo. A estratégia de uma iniciativa como essa, na sua avaliação, é esvaziar ou mesmo afastar o corretor do sistema, “como é o caso também da medida da Líder que estabelece limites ao nosso trabalho no DPVAT”. “Não faz sentido”, emenda.
Enquanto o corretor sai enfraquecido, Gastão diz que esse tipo de política da Líder fortalece os atravessadores. E assinala que a vítima do trânsito, entre uma medida restritiva e outra, ficará entregue à própria sorte, desamparado, sem ter quem o assista e o oriente para receber a indenização. Hoje, Gastão conta que as pessoas com pouco mais de condições e conhecimento, precisando acionar o DPVAT, se socorre na internet, pesquisa para encontrar um corretor próximo para atendê-lo.
Ele acredita que as pessoas humildes, de renda baixa, já não têm a mesma oportunidade de recorrer à internet. Aqui, segundo ele, a função do corretor ganha ainda mais importância e precisa ser incentivada, e não desestimulada. Gastão de Oliveira sugere, por exemplo, que seja feito um trabalho intenso junto aos estados para que o IPVA, por exemplo, quando pago, traga expresso nome e endereço dos corretores em cada cidade, para, quando da ocorrência de um acidente automobilístico, sejam encontrados mais facilmente. Com isso, ele entende que a informação também irá se disseminar para além dos próprios donos de veículos.
Comentários
isa02 de setembro de 2015
Prezados , entendo que seguro é com corretor de seguros e sinistro de seguro também. Correio é para cartas, telegramas , etc. Sincor é um sindicato de corretores . Aqui em Santa Maria na sede do Procon tem uma funcionária do Sincor encaminhando DPVAT. Não entendo muito bem esta situação.Deve ter um contrato ou não?
Lucas Gebrin02 de setembro de 2015
É óbvio que a intenção das seguradoras, qualquer que seja é ter lucros e aumentar sua reserva de capital, utilizando de condutas absurdas para ter sucesso na busca pelo lucro, trabalho com DPVAT e Seguros a 7 anos, regulando e garantindo acesso aos direitos dos meus clientes, onde as seguradoras tentam sempre indenizar valores referente a danos corporais sempre inferiores aos cálculos reais, seja DPVAT, RCF, VIDA. A intenção é indenizar menos, dificultar mais, orientar as vitimas via midia televisiva a dar entrada sozinha afim de evitar procurar quem idoneamente entende e trabalha para lubridiar o pobre cidadão que em um sinistro precisa dos seus direitos!!! BRASILLLL
Jacqueline Do Prado02 de setembro de 2015
Onde esta o Sindicato?
Imaginem se o judiciário informasse \"Não precisam de advodados para defender vossas causas \"
a OAB resolveria logo! Eu acho que o que ocorre é uma coisa parecida.
ROSANGELA GARCIA VIANA01 de setembro de 2015
Eu concordo plenamente com o corretorGastão de Oliveira, se os impostos nos produtos que pagamos são imbutidos e alem disso não sabemos para onde vão, pq o nosso trabalho que ja sofremos por ter que matar um Leao por dia, tem que ser mostrado, qual é o bjetivo disso...incentivar o segurado a querer que tralhehemos de graça ou que é esse valor da comissão que ganhamos uma unica vez para trabalhar o ano td se necessario for para defender os interesses dos mesmos que encarece o seguro???
Paulo Martins01 de setembro de 2015
O enfraquecimento de nossa Classe , caira nas costas de alguns Sincors e Fenacor que não querem mexer nesta ferida. Parece que não desejam bater de frente com o consorcio das Seguradoras que compoem a LIDER DPVAT. Nós Corretores que dedicamos nosso precioso tempo a estes atendimentos, não temos valor algum. Sem contar com Seguradoras que se especializaram também em dar suporte a Corretores que regulam estes Sinistros. É correto dividir seu ganho com quem não trabalha ? Porque a LIDER DPVAT não divide os honorários que seriam pagos a Seguradoras e Corretores Parceiros dos processos via Correios ? Tirar de quem mantém uma estrutura física e está trabalhando para atender com eficiência aos beneficiários em processos DPVAT é pura covardia. Não se pode limitar números de atendimentos mensal por Corretores Parceiros. Todo ótimo atendimento, é como uma boa semeadura. Voce colhe os frutos que plantou. Fez correto, seu trabalho é reconhecido e recomendado a outros . Ninguém consegue vencer sem luta. Vitórias por WO, não faz parte de nosso jogo. Estamos dentro de uma floresta rodeados de feras( atravessadores) Só estão esperando a oportunidade de atacar novamente. Quem irá sair ganhando com esta atitude da LIDER DPVAT ? É hora das seguradoras envolvidas se mexerem e mostrar para a sociedade o valor de serem atendidos por quem realmente entende do assunto. Vamos nos unir contra este absurdo que querem nos impor. A ditados populares que dizem: Quem cala, consente. Quem muito abaixa, a bunda aparece.
Odair Negretti01 de setembro de 2015
Ninguém sai ganhando, todos saem perdendo, inclusive o Segurado, constantemente ludibriado e enganado, a própria Líder e as Seguradoras que a compõem, pois não há falar-se em seguro sem corretor de seguro, qualquer que seja o ramo ou modalidade de seguro. Por outro lado, o corretor habilitado e credenciado pela SUSEP, dentro de suas competências e obrigações originárias, deve, do ponto de vista legal e, principalmente, ético, estar sempre ao lado do seu Cliente, em quaisquer circunstâncias, mormente para intervir nos casos em que haja hipossuficiência do Segurado. Técnico, Consultor, Corretor e Assessor de Seguros, Advogado, Professor e há 56 anos a serviço da Instituição do Seguros, além de sócio fundador e Vice Presidente da APTS e CIST.
Nilson Daniel Rodrigues01 de setembro de 2015
Cade o sindicato, só quer receber tem que trabalhar.
Ivani Freiria01 de setembro de 2015
Alexandre Camilo..... o que o Sincor está fazendo nestes casos?? São tantos Fóruns, Seminários, Congressos, eventos, palestras..... mas de que adiantará tantos conhecimentos, se não termos o respaldo do nosso Sindicato num momento tão delicado assim????
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