Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016
Alberto Salino - MTb 13.016
Notícias
Ao governo, apenas a fiscalização para evitar abusos
22 de junho de 2015
Sobre a questão dos prêmios estabelecidos para o DPVAT, o corretor Heros Holub Sandano, sócio-proprietário da HGN Corretora de Seguros, avalia que a normatização governamental poderia definir que preço do seguro seria único a nível nacional, englobando carros e motos, com no mínimo três garantias, e, ainda, com valores mínimos de indenizações. Mas ele entende que os tipos de produtos ofertados e os preços deveriam na verdade ser definidos pelas seguradoras. E argumenta que o modelo que sugere seria uma forma de comercializar o DPVAT – sendo um exemplo –, com o governo federal atuando apenas na fiscalização para evitar o abuso de preços, a prática de cartel, etc.
Para ele, a concorrência de mercado na oferta e demanda de produtos e serviços tem muitas variáveis que podem ser levadas em consideração, na composição dos preços. As seguradoras – comenta – já conhecem muito bem o mercado de seguros brasileiro. Conhecem os custos: administrativo, de comercialização e da sinistralidade, entre outros. Muitos produtos têm preços diferenciados regionalmente, enquanto outros são únicos a nível nacional.
Nesse cenário, o que o corretor da paranaense HGN Seguros julga importante é que o papel social do DPVAT seja mantido. Agora, se o preço regionalizado pode penalizar regiões ou estados mais pobres, ele não se sente em condições de analisar, já que não dispõe de dados para afirmar ou rebater que preços regio-nais são melhores do que preços nacionais. “O que não pode haver são pre-ços desproporcionais, bem como camadas da população excluídas”, destaca.
Heros Sandano reforça ainda o caráter social do DPVAT ao comentar a relação atual preço e sinistros na categoria das motocicletas. “Desconheço a composição total de receitas e despesas do seguro DPVAT. O importante mesmo é manter o seu papel social. Tem que ser um seguro popular que indenize minimamente todas as camadas sociais da população brasileira”, defende.
Nesse contexto, Heros entende que a diferenciação de valores de indenizações e de preços para carros e motos deve ser avaliada com cuidado. E volta a insistir que não se pode perder a função social do seguro. Neste caso, considera importante o papel normativo do governo federal, para não deixar os motoqueiros serem tratados de forma diferenciada pelo mercado de seguros. “Ou seja, que sejam excluídos”, conclui Heros Sandano.
Para ele, a concorrência de mercado na oferta e demanda de produtos e serviços tem muitas variáveis que podem ser levadas em consideração, na composição dos preços. As seguradoras – comenta – já conhecem muito bem o mercado de seguros brasileiro. Conhecem os custos: administrativo, de comercialização e da sinistralidade, entre outros. Muitos produtos têm preços diferenciados regionalmente, enquanto outros são únicos a nível nacional.
Nesse cenário, o que o corretor da paranaense HGN Seguros julga importante é que o papel social do DPVAT seja mantido. Agora, se o preço regionalizado pode penalizar regiões ou estados mais pobres, ele não se sente em condições de analisar, já que não dispõe de dados para afirmar ou rebater que preços regio-nais são melhores do que preços nacionais. “O que não pode haver são pre-ços desproporcionais, bem como camadas da população excluídas”, destaca.
Heros Sandano reforça ainda o caráter social do DPVAT ao comentar a relação atual preço e sinistros na categoria das motocicletas. “Desconheço a composição total de receitas e despesas do seguro DPVAT. O importante mesmo é manter o seu papel social. Tem que ser um seguro popular que indenize minimamente todas as camadas sociais da população brasileira”, defende.
Nesse contexto, Heros entende que a diferenciação de valores de indenizações e de preços para carros e motos deve ser avaliada com cuidado. E volta a insistir que não se pode perder a função social do seguro. Neste caso, considera importante o papel normativo do governo federal, para não deixar os motoqueiros serem tratados de forma diferenciada pelo mercado de seguros. “Ou seja, que sejam excluídos”, conclui Heros Sandano.
Deixe seu Comentário
Obs.: Os comentários não representam a opinião do Newsletter. A responsabilidade é do autor da mensagem.Destaques
Polícia Federal pede a demissão da diretoria da Líder06 de setembro de 2016‘O estado é de caos; [sistema DPVAT] é barco à deriva’
06 de setembro de 2016Líder fomentava rede de corrupção, diz promotor
06 de setembro de 2016Denatran corre risco de perder o dinheiro do DPVAT
06 de setembro de 2016
Receba nossa Newsletter
Mais Notícias
‘Mercado do DPVAT anda muito prostituído’10 de maio de 2016Em Roraima, pioneirismo da Gente no DPVAT
10 de maio de 2016A vez da CPI do DPVAT, para investigar irregularidades
10 de maio de 2016Editorial
Silêncio da Susep é injustificável
03 de maio de 2016‘O sistema falha, porque está errado mesmo’
03 de maio de 2016


