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Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

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 Monopólio não funciona, inclusive no DPVAT
  22 de setembro de 2015

Corretor de seguros e consultor, Odair Negretti, sócio da BC Business Center, empresa de serviços e assessoria em seguros, é categórico ao afirmar que “monopólio é um cancro”.  Atividades sob o domínio exclusivo de uma empresa, sem competidores, para ele, não funcionam. E, na sua avaliação, o DPVAT não é exceção. Ao contrário. Ele, inclusive, credita ao sistema monopolista – “que não deve existir em nenhuma modalidade de seguros” –, todas as distorções ou desacertos que vêm mexendo negativamente com a imagem do seguro obrigatório do trânsito.

Na opinião do especialista, não há como falar de seguro sem corretor, pois ele é o “defensor do segurado”. Manifesta-se ainda descrente de tudo que contraria esse princípio, como medidas que procuram limitar ou excluir sua atuação na atividade de seguros. “O corretor é claramente mais uma garantia para o segurado. Sem ele, o segurado fica em desvantagem”, emenda.

Não tendo quem a proteja, a vítima do trânsito cai nas mãos de atravessadores – quanto a isso Odair Negretti não alimenta dúvida. “Diante do atravessador – alguns são até advogados, chamados de ‘boca de xadrez’ –, o familiar da vítima que morre no trânsito assina qualquer documento que dizem necessário para obter uma indenização de um seguro (o DPVAT) que ele nem conhece ou ouviu falar, e com isso perde uma grande parte do dinheiro indenizado”.

No DPVAT, o fato de ser um monopólio, Negretti entende que não justifica a ausência do corretor de seguros na operação dos processos administrativos de sinistros. “Ao DPVAT, falta a figura do corretor”, sustenta. Nada que dificulte, bloqueie ou exclua essa presença, para ele, merece apoio. E, na sua opinião, as entidades de classe deveriam estar muito atentas a essa questão.

“O DPVAT tem que passar, sim, pelo defensor do segurado”, reforça o consultor, lembrando que o corretor orienta, dá assistência à vítima do trânsito. A ele cabe muita responsabilidade, inclusive, segundo lembra Odair Negretti, prevista em normas legais. Sendo assim, ele julga que a remuneração desse profissional, para o trabalho e o papel que exerce, tem que ser, portanto, “justa e razoável”. E conclui dizendo que os Correios são uma “solução fraca, com muitas insuficiências”.



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