Alberto Salino - MTb 13.016
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Indenizações pagas recuam 7,3%
15 de dezembro de 2015
Enfim, o número de acidentados no trânsito brasileiro diminuiu. Dados da Seguradora Líder, relativos ao acumulado até setembro, mostram que a quantidade de indenizações pagas caiu 7,3%, para 518.302 casos, contra de 559.123 registrados em igual período de 2014. Os acidentes fatais recuaram nada menos que 17,3%, com 33.251 ocorrências, enquanto a cobertura de DAMS retrocedeu 16,9%, com 75.803 processos liquidados. A novidade foi que os sinistros de invalidez permanente também caíram, de 430.322 registros para 409.248, de setembro de 2014 para setembro último. A queda foi de 5,1%.
O maior número de indenizações pagas de janeiro a setembro foi para motociclistas. Apesar de representar apenas 27% da frota nacional, tais sinistros concentraram 76% do total, a maior parte (82% deles) na cobertura de invalidez permanente e 4% na de morte.
As estatísticas mostram ainda que o Sudeste concentrou a maior incidência de acidentes com vítimas fatais (37%) no acumulado do ano até setembro, com maior participação dos automóveis (48%). A frota de automóveis do Sudeste representa 55% da frota nacional dessa categoria e a região concentra 49% do total de veículos do Brasil cobertos pelo seguro Dpvat.
O Nordeste teve a segunda maior incidência (28%), porém com maior participação das motocicletas, que representaram 61% das indenizações por morte. A região concentra 17% do total de veículos do País, sendo que a sua frota de motocicletas representa 45% do total de veículos dos estados nordestinos. Já o Norte concentrou 8% das indenizações por morte no período analisado, sendo que 60% foram por acidentes fatais envolvendo motocicletas. A região concentra apenas 9% da frota nacional de motocicletas, porém essa categoria representa 49% do total de veículos da região.
O Sul foi responsável por 17% das indenizações por morte pagas no período analisado, sendo que sua frota corresponde a 20% do total do Brasil. Do total de mortes na região, 53% corresponderam a acidentes com automóveis, 33% com motocicletas, 11% com caminhões e pick-ups e 3% com ônibus e vans.
O Centro-Oeste, por fim, respondeu por 10% das indenizações por acidentes fatais pagas de janeiro a setembro deste ano. Sua frota corresponde a 9,11% do total do Brasil. Das mortes verificadas na região, 45% foram ocasionadas por carros, 42% por motos, 11% por caminhões e pick-ups e 2% por ônibus e vans.
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