Alberto Salino - MTb 13.016
Notícias
Assessoria, atravessador ou intermediário? O outro lado da moeda
31 de maio de 2016
Uma jovem senhora acaba de perder seu esposo vítima de um acidente de trânsito em uma das rodovias “estradas da morte”, como muitas estradas de péssima conservação desse nosso Brasil.
Sem filhos a senhora se vê sozinha, amparada por familiares e amigos.
Um dia assistindo televisão observa uma propaganda que fala sobre o seguro DPVAT, que orienta procurar um ponto gratuito de atendimento para dar entrada na documentação e receber o seguro.
Dias depois ela vai junto com uma amiga até um ponto de atendimento e apesar de ser atendida com muito respeito, fica muito confusa com a quantidade de documentos que precisava providenciar.
A senhora e sua amiga endentem cada vez menos as explicações do atendente, principalmente quando escuta as palavras DPVAT, sinistro, prêmio, BO, laudo do IML, autorização de pagamento e prova de companheirismo junto ao INSS, pois para elas essas palavras não fazem parte do seu dia a dia.
Contando com a ajuda de sua amiga, as duas seguem as orientações e vão em busca dos documentos solicitados para dar entrada no seguro.
As duas senhoras passam dias procurando os órgãos que emitem cada um dos documentos, longas filas de espera e após 6 semanas retornam ao ponto de atendimento para entregar e protocolar os documentos.
Alguns meses depois, a jovem senhora já sem esperança de receber o seguro, recebe a informação que seu pedido foi negado por falta de documentos comprobatórios. Mas que documentos são esses? Questiona a senhora. Mas infelizmente o informativo que recebeu não lhe dava maiores esclarecimentos.
As duas amigas retornam ao ponto de atendimento para pedir esclarecimentos sobre a resposta que tiveram. O atendente as recepciona com muito respeito e pede para que elas voltem dois dias depois, para que nesse tempo ele possa fazer contato com a seguradora e entender qual ou quais documentos faltam para comprovar o direito da viúva.
As duas amigas já cansadas, vão embora e nunca mais voltarão ao ponto de atendimento, pois a viúva já não acredita que tem direito de receber a indenização pela morte de seu esposo.
Três meses depois a viúva encontra em sua caixa de correio uma propaganda de uma Assessoria que presta Serviços às Vítimas de Trânsito e resolve ligar para o número que consta na propaganda.
A pessoa que lhe atende por telefone lhe trata com o devido respeito e observando que se trata de uma jovem senhora agenda um dia e horário para atende-la pessoalmente em sua residência.
No dia e hora marcado, lá estava o consultor na casa de senhora, se apresentou, mostrou suas credenciais, mostrou seu crachá e com uma linguagem simples, sem usar termos de difícil compreensão, apresentou a ela o que é DPVAT, quais seus direitos e deveres, procurou entender quais os caminhos que a senhora já havia percorrido junto ao ponto de atendimento e quais os motivos que resultou o processo ser negado pela seguradora.
O consultor da assessoria orientou a senhora como ela poderia resolver a situação junto ao ponto de atendimento e receber de forma gratuita a indenização pela morte de seu esposo.
Desanimada e cansada de correr atrás de tantos documentos que envolve esse processo, ela não se interessou em dar continuidade em receber o seguro DPVAT.
O consultor apresentou para ela uma proposta de prestação de serviços, onde se colocava como procurador da senhora a fim de fazer o seu trabalho, ter o direito de solicitar documentações junto aos órgãos competentes e dar a entrada no seguro a fim de que a viúva pudesse receber o seu direito.
Um acordo formal foi feito entre a senhora e o corretor que representa a Assessoria, que fez o seu trabalho de forma honesta, investiu seu tempo, teve despesas e no final de tudo a senhora finalmente recebeu o seu direito e o consultor recebeu de forma justa pelos serviços prestados.
O que toda essa história tem a ver com as matérias pulicadas em 24 de maio de 2016 com o título de ‘Sincors não podem concorrer com os próprios corretores’ e ‘Enquanto o corretor é imobilizado, o intermediário lucra’ no site da Gente Seguradora?
Tudo...
Há algumas décadas os corretores de seguros lutaram muito para mostrar ao povo brasileiro que ser corretor também é uma forma honesta de trabalho, lutaram para mostrar que se existisse naquela época profissionais ruins neste segmento, estes não mereciam ser chamados de corretores. O tempo passou os corretores se organizaram, criaram força e hoje possuem o respeito pelo bom trabalho que fazem no mercado de seguros.
Seguindo os mesmos passos e os bons exemplos em 2016, foi criada a ABEAVT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE ASSESSORIA ÀS VÍTIMAS DO TRÂNSITO, com sede social em Campinas, no Estado de São Paulo, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica com número 24.801.833/0001-10.
Um dos principais objetivos da associação é buscar o respeito ao trabalho de quem atua com ética, seriedade e compromisso, principalmente com a vítima de acidente de trânsito e também contribuir para a atividade lícita, sem fraudes neste segmento.
Através deste texto pedidos ao senhores e senhoras que nos dê a oportunidade de mostrar que nossos associados são verdadeiramente Assessorias, não somos “aproveitadores”, “atravessadores”, “interesseiros”, “intermediários”, dentre tantos outros adjetivos que os senhores e senhoras nos rotulam.
Nós somos empresários, assessores, prestadores de serviços, temos empresas legalmente constituídas, recolhemos nossos impostos, damos emprego a milhares de pessoas pelo país, ajudamos a economia brasileira com nosso trabalho.
O nosso maior objetivo é garantir às vítimas de acidentes de trânsito o seu direito a indenização, dentro do que a lei lhe garante.
Gostaríamos de continuar lendo textos como os que nos últimos meses tem sido publicado nesse site e que são do interesse de todos e, principalmente, que tem o objetivo de colocar a casa em ordem. Mas ao ler esses textos, gostaríamos de pedir que também respeitem as Assessorias que trabalham de forma ética, dentro da lei e que prestam excelentes serviços às vítimas do trânsito.
Não se deve julgar todos no mesmo nível. Existem profissionais sérios e corretos em todas as profissões, assim como existem aproveitadores. Nós da ABEAVT estamos aqui defendendo os primeiros.
Edi Carlos Baptista De Aguiar
Presidente da Diretoria Executiva da ABEAVT
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE ASSESSORIA ÀS VÍTIMAS DO TRÂNSITO
Comentários
flavio14 de julho de 2016
sou correto cadastrado pago meus encargos.renho uma assessoria tenho meu cnpj .também pago meus tributo.dou emprego a 16.fucionario todos registrado estou nesse ramos a mais de 20 anos i não sou aproveitado .como esse deputado i esse pessoa que faz a líder que complica para que pre siza do seguro que ta totalmente deflazardor i ainda com a cara de pau dis que e premio tenha paciecia
VAGNER GONZAGA14 de junho de 2016
Assessoria e prestadora de serviços, com muita dedicação e respeito às vítimas de acidente de trânsito!!!
Não podemos admitir o rótulo de atravessadores, intermediários ou aproveitadores, isso cabe aos mal intencionados que acabam trabalhando de forma errada e consequentemente prejudicando não só aqueles que trabalham de forma correta, mas principalmente aqueles que tem direito a receber o que lhes é devido.
não só apoio o sindicato como fico a disposição para lutarmos pela nossa categoria.
Parabéns pela iniciativa.
Vagner Gonzaga
DPVAT REGIONAL ASSESSORIA LTDA.
Evandro Mello02 de junho de 2016
Parabéns, pela iniciativa em defender nossa classe se não existisse as assessorias no mercado muita vitimas de acidente de transito não conseguiria receber suas indenizações que e sua por direito.as fraudes no DPVAT 80% foram cometida não por assessorias mas sim por funcionários de seguradoras Médicos funcionários de repartição publica como policiais civil e militar peritos do IML ,eu não vejo assessorias como atravessadora como vem dizendo na mídia ,
flavio hazin02 de junho de 2016
não somos bandido como fala. pago todos meus encargo trabalho honesto ,cobro por serviço prestado
Wesley 02 de junho de 2016
Brilhante Edi.
Faço minhas as suas bravas palavras em nos representar, além da coragem de nos desgeneralizar da maioria.
Obrigado,
Wesley
DPVAT Campinas
José DPVAT02 de junho de 2016
Prezado MARUS F.
Primeiro, ironicamente, comenta sobre a ABAVT, depois fala sobre a Gente Seguradora que luta pela livre iniciativa no DPVAT, aparentando fomentar uma discórdia. A meu ver, prezado MARUS F., não está querendo o bem do mercado. Lamentável!
Gentil02 de junho de 2016
Sr. ou Sra. MARUS F. foi muito deselegante os seus comentários, concordo com o amigo José DPVAT em relação a sua intenção de aparentar fomentar uma discórdia. Mas entendo sua frustração e acredito que o NOBRE amigo ou amiga Marus, queira apenas um pouco do brilho do holofote deste artigo para si. Mas não será desta vez, o foco aqui é outro.
Valdenri01 de junho de 2016
Perfeito q iniciativa maravilhosa parabens a toda comiçäo organizadora dessa maravilhosa associaçäo abvat meu grande abraco a toda equipe q luta q chegar a nossa etica moral transparencia e respeito
Atenciosamente Indeniza dpvat
sandro01 de junho de 2016
muito boas as palavras.ss assesoria
Gilberto 01 de junho de 2016
Parabéns pela iniciativa, precisamos unir forças mesmo.
Enio Siloti01 de junho de 2016
Excelente! Nós que trabalhamos neste ramo de seguros, somos realmente taxados como ladrões, pois dizem que tiramos parte do dinheiro do povo brasileiro. Mas isso não é verdade, pois quem chegar na minha empresa verá que entre tantos outros, somos sérios, trabalhamos no mercado há vários anos, tenho profissionais com carteira assinada, ponto fixo e empresa constituída. Temos nome no mercado.
Na verdade, trabalhamos de forma séria, temos custos pra isso e nada mais do que justo cobrarmos uma porcentagem pelos nossos serviços, assim como nossos amigos despachantes fazem, recebem pelos seus serviços prestados.
Na realidade, não tiramos dinheiro do povo e sim ajudamos o povo a receber uma indenização que é de direito instituída por Lei à toda sociedade, sendo que esses não exercem seus direitos por falta de conhecimento.
Parabéns mesmo a Gente Seguradora pela nobre iniciativa de colocar em evidência o outro lado da moeda. O lado que o governo brasileiro não mostra, e o povo às vezes humilde e leigo, pensam que é fácil receber o Seguro Dpvat, pois quando vão dar entrada esbarram em tanta burocracia e acabam mesmo por desistir do seguro. E o governo fica \"com o bolso cheio\".
Espetacular essa iniciativa de mostrar que nós \"Assessorias trabalhamos com respeito, honestidade e dignidade a todos aos que vamos atender, ou seja, prestar assessoria.
A Tapajós Assessoria Cadastral LTDA-ME parabeniza mais uma vez os membros desta nobre Associação - ABEAVT.
Uádila Cani01 de junho de 2016
Trabalho nesse ramo há 6 anos, não sou corretora, sempre trabalhei de forma honesta para que as vítimas recebessem de forma correta, mas hoje não está mais valendo a pena trabalhar com o DPVAT, pois a Seguradora nos colocam como marginais, fazendo propagandas contra todos e ainda pagamentos irrisórios; onde se viu uma fratura de clavícula receber R$ 337,00, uma fratura de fêmur R$ 2.362,50 e joelho R$ 1.350,00, não paga nem o sofrimento que a vítima sofreu, nem menos nos ajuda a fazer o nosso trabalho de forma competente.Na verdade visam somente os próprios bolsos, enquanto ficamos à mercê deles. Lamentável essa situação!
PAULO C C PEREIRA01 de junho de 2016
Parabéns, enfim algo em defesa ao interesses das assessorias e consultorias as vítimas de acidente de trânsito. As quais é lamentável, mas sei nosso empenho não receberia nem sequer o reembolso de seus gastos médicos. Parabéns.
Marcelo01 de junho de 2016
Parabéns a iniciativa de criar essa associação para defender quem trabalha dentro da Lei e busca auxiliar as vítimas de acidentes de trãnsito. Porque somos atravessadores? atravessamos o que ou quem? a vítima tem o direito de ir até uma agência do correio ou ponto autorizado, como também tem direito de procurar uma assessoria. Porque somos chamados de \" ladrões\", \" \"estelionatários\" ...etc? existem maus profissionais nessa área? sim, em TODAS as áreas existem. Ao menos agora temos uma instituição que nos defenda de ataques gratuitos que sofremos de forma sistematica.
Aguinaldo Lacerda 01 de junho de 2016
Quando se privatizou o DPVAT, perdeu-se o cunho social que até então tinha, a finalidade era a de garantir à vítima de acidente em veículo, meios para suprir de algum modo todo o sofrimento causado no acidente, sabemos que empresas privadas só busca uma coisa; lucro. Com essa finalidade de alcançar cada veis mais lucros, fecham-se as \"torneiras\" e aqueles que têm o direito, sofrem. A seguradora sabe que as assessorias tem interesse que a vítima do acidente receba, e que receba o mais rápido possível e o maior valor a que tem direito, pois se não a própria assessoria não tem o seu ganho, pois sempre faz contrato de risco. Os acidentados muitas vezes, coitados, machucados lesionados incapacitados de atender as exigências burocráticas da Líder, e, recuperam das lesões voltam às suas atividades rotineiras como trabalho, estudo, etc... como consequência não solitam à indenização a que têm direito. As assessorias resolvem o problema de muitos acidentados e beneficiários do DPVAT, a Líder sabe que tirando as assessorias do mercado, os pedidos de indenização cairão drasticamente e isso é bom para a empresa privada que visa lucro, ou seja, menos pedidos de indenização, mais grana no bolso deles. Mas aí perguntasse: e as vítimas de acidente, como que ficam??? As assessorias na sua maioria fazem um excelente trabaem favor dos beneficiários do DPVAT, pois se desdobram para que as indenizações saíam. Eu parabenizo aqui a iniciativa da ABEAVT, pois defendendo as assessorias, automaticamente defende o direito de muitos que não fosse as assessorias, não receberia nada. Parabéns mais uma vez ABEAVT, e, parabéns assessorias sérias e honestas. Não desista jamais, pois no devido tempo colheremos os frutos do nosso árduo trabalho.
MARUS F. 01 de junho de 2016
MUITO boa a iniciativa, eu só lamento não terem a ombridade de agradecerem a quem realmente teve a ideia e de excluírem quem esteve a frente brigando, lutando, correndo atras de mais de 70% de tudo para resolverem todas as partes burocráticas, lamentável ver tanta falsidade no meios dos organizadores, dessa associação, existem uns dois a três que se salvam, um manipulador, um santo do pau oco, outro que não sabe boli ufas nenhuma de dpvat, um cobra cascavel, um gente fina e um maria vai com as outras (riso), é tanta santidade que faz medo. como diz um velho bom camarada, se por numa balança não da meio quilo, que essa associação seja realmente para brigar pelos direitos das \"vitimas e da categoria\", se A Gente Seguradora soubesse oque vocês acham dela nunca teria postado esse assunto aqui (risos e + risos). aqui no sudeste temos um ditado que diz: quando a fome é grande ate tapioca azeda serve.
eduardo31 de maio de 2016
muito bom
Thaise Carvalho 31 de maio de 2016
Gente segurada tem o meu respeito! Mostrando o outro lado da moeda. O lado de quem realmente importa , a vítima!
A vítima que tanto precisa de atenção , cuidado, carinho e respeito.
Tem assessorias no mercado que trabalham dignamente e honestamente e da todo esse suporte a essas vítimas. Elas sim tem quer prioridade.
Parabéns aos membros da Associação.
Brenda Russel31 de maio de 2016
Excelente texto. Parabéns a Seguradora Gente por expor assim uma realidade em relação ao Seguro DPVAT nos dias atuais. Existem muitas assessorias sérias e que são empresas que prestam um serviço árduo e de combate a fraudes. Visando o amparo as vitimas do trânsito e garantindo seus direitos.
Tatiane Carla Schwab31 de maio de 2016
Sensacional! Trabalhamos com dignidade e respeito, oferecemos um serviço de qualidade e com agilidade como qualquer serviço ofertado no mercado.
Senior DPVAT31 de maio de 2016
As empresas de ASSESSORIA precisam ter VOZ neste mercado!
Dando 1 passo de cada vez chegaremos lá, o importante não é a velocidade e sim a direção.
Parabéns à todos os envolvidos na ABEAVT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE ASSESSORIA ÀS VÍTIMAS DO TRÂNSITO
Um Fraterno Abraço.
Senior DPVAT
http://www.seniordpvat.com.br/
[email protected]
Paulo Sérgio Fuzaro31 de maio de 2016
Q questão a ser tratada em termos do Seguro DVPAT é uma dimensão de trabalho como outro qualquer, não podemos distinguir em nada de outros ramos. A questão vem ganhando contornos jurídicos de suma importância e socorrendo beneficiários, porque essa espécie de indenização não pode ficar somente adstrita aquilo que a seguradora prevê e paga. A questão não difere da matéria previdenciária que, igualmente, como o DPVAT indeniza e reconhece INVALIDEZ PERMANENTE. A discussão é ampla. A discussão é merecedora de respeito. Tem muito profissional capacitado que atua no segmento e não é corretor, além do que obtém não somente êxito em favor do beneficiário, más consideração pela forma fácil de transparente de expor as razões e os motivos que vigora o Seguro Obrigatório. Não sou corretor atuo no segmento e vejo que muitos beneficiários quando não obtém êxito ficam a mercê da própria sorte, porque os corretores, ao menos o que percebo, não possuem ou não podem orientar os posicionamento jurídicos para instrumentalizar um direito negado ou cerceado como é o caso de alegação de prescrição do interesse de agir.
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