NAVEGADOR DESATUALIZADO: Você está usando uma versão antiga de navegador. Recomendamos que atualize seu navegador.
Fechar X
  • Gente Seguradora
  • Gente Seguradora
Gente Seguradora
busque o que você procura aqui
Gente Seguradora
Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

Notícias

>

 Corretor no DPVAT deve ter atuação independente
  29 de março de 2016

Corretor-responsável da gaúcha Duocor Corretora de Seguros, Joster Silveira Alves é defensor da participação da categoria nos processos administrativos de sinistros DPVAT, mas dentro de um modelo que ela tenha independência para receber sua remuneração pelo serviço prestado, sem interferências de entidades da classe. Ele entende que o sistema atual põe o corretor de seguros em posição um tanto tutelada, tendo que atender pré-requisitos, com beneplácito da Seguradora Líder.

Aliás, ele lembra que a Líder, “com sua administração confusa e polêmica”, é alvo de eternas reclamações. “Unem-se a elas os políticos, com ameaças de aberturas de CPI, a Justiça e o Ministério Público, assim como os proprietários de veículos e vítimas e demais beneficiários do seguro DPVAT, perdidos em uma burocracia desconectada com a realidade e com indenizações defasadas”, aponta Joster Silveira.

É nesse cenário de conflitos, segundo ele, que a Líder e entidades do setor ainda procuram criar distinção entre pessoa jurídica e física, na corretagem de seguros voltada para o DPVAT, “de forma perigosa e desrespeitosa”. Para ele, é injustificável estabelecer limitações à atuação do corretor de seguros pessoa física nesse segmento. “Ao que nos parece, muitos já se esqueceram de que um dos princípios básicos da nossa atividade é a autonomia profissional, sem vínculos ou diferenciações entre corretor de seguros pessoa física ou jurídica, nem quanto ao tempo no exercício da profissão”, ressalta Joster Silveira.

Com as mudanças em curso no sistema DPVAT, como a propalada centralização dos sinistros na Líder, ele entende que as pequenas seguradoras dedicadas a esse segmento terão dificuldades, se eliminados outros canais de captação de processos. “Elas não têm carteira nacional de corretores para atendê-las. Montá-la leva tempo e exige investimentos”, analisa. Para ele, é preciso que haja uma rede com larga extensão geográfica, composta não só de corretores de seguros. “Os Sincors têm essa rede e isso os beneficia”, diz Joster Silveira, para quem o problema hoje é que tais entidades são “concorrentes dos próprios corretores de seguros”.



Deixe seu Comentário

Obs.: Os comentários não representam a opinião do Newsletter. A responsabilidade é do autor da mensagem.