Alberto Salino - MTb 13.016
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CPI mira nos escritórios jurídicos contratados pela Líder
09 de agosto de 2016
O Relatório Conclusivo da Polícia Federal, no âmbito da Operação Tempo de Despertar, põe em evidência a participação de escritórios de advocacia contratados pela diretoria da Seguradora Líder, nas supostas fraudes praticadas contra o seguro obrigatório DPVAT. A investigação aponta que há indícios suficientes de que gestores da seguradora compunha a chamada “autoridade central da organização criminosa” e que detinham poder de mando e de decisão no interior também dos escritórios de advocacia contratados.
Diante de tais relatos levantados pela Polícia Federal, indicando ainda a dimensão expressiva do papel exercido pelos advogados credenciados no universo dos pleitos de indenização do DPVAT ingressados via judicial – cerca de 420 mil ações corriam nos tribunais do País no final de 2015 – os deputados peemedebistas Vitor Valim (CE) e Marx Beltrão (AL), no âmbito da CPI do DPVAT, correram para aprovar requerimentos para obter informações da Líder sobre os critérios de escolha dos escritórios jurídicos no Brasil.
A iniciativa repercutiu no meio advocatício, gerando um certo temor com a violação de prerrogativas da profissão, conforme relatado no site Conjur.com. Contudo, nenhum protesto ou ação formal veio à tona. De lado essa questão, o Conjur.com informa ainda que a empresa (Líder Seguradora) já encaminhou as informações à CPI.
Em suas petições, os parlamentares pedem que a Líder revele os nomes e critério de escolha dos escritórios jurídicos civis e criminais. Tendo sempre como ano-base 2015, exigem tabela de preços dos serviços prestados e a forma de pagamento, bem como os critérios de distribuição e o quantitativo dos processos distribuídos por escritório em Ceará e Alagoas. O demonstrativo de despesas, as receitas financeiras e quadro estatístico de atendimento também estão arrolados nos requerimentos, que solicitam ainda cópia dos contratos com os escritórios jurídicos, igualmente em Ceará e Alagoas.
Comentários
Valério Gollmann16 de agosto de 2016
1º paragrafo: fato concreto;
2º paragrafo: os escritórios contratados são escolhidos a dedo por conivências legais, de preferência com alto grau de domínio junto aos órgãos públicos.
3º paragrafo: este e o supra sumo da preponderância do setor advogadicio, que e a sua reserva de mercado mesmo que seja por meios espúrios, ou estou errado???? Prerrogativas?????? somente para bacharéis, pois só assim possamos os chamar, ate porque nem advogados são quem dirá doutores. Neste ponto quero ainda dizer que a grande maioria dos bacharéis que atuam contra o DPVAT são meros coadjuvantes da grande máfia que entorna este setor.
4º paragrafo: kkkkkkkkkkkkk são muito dos burros estes parlamentares, procurem falar com o povo que esta na rua e vejam de como funciona o trabalho das assessorias (que vcs ignorantes parlamentares chamam de FRAUDADORES) e estão a desembolsar valores para que a vitima tenha um documento autenticado e seu processo encaminhado pelo canal correto e sem interferência do que ESTES BABACAS DO CONGRESSO NACIONAL NÓS PECHAM, somos trabalhadores honestos e com um viés muito importante, nós SOMOS VOTANTES. Pensem nisso antes de falarem besteiras.
graciosa09 de agosto de 2016
a clareza dos fatos se faz necessaria.
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