Alberto Salino - MTb 13.016
Notícias
Criminosos usam WhatsApp em golpe contra DPVAT
17 de maio de 2016
De lado a polêmica em torno do acesso do poder público a informações de usuários de redes sociais ou de serviços de mensagens, a Polícia Civil – no âmbito da Operação Ressurreição, deflagrada no Paraná dias atrás para estacar fraudes praticadas contra o DPVAT – conseguiu descobrir que os líderes da quadrilha utilizavam o Whatsapp no aliciamento de funcionários do Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba para participar das falcatruas. Segundo a polícia, a oferta era de R$ 700 por cada corpo indicado, ou seja, pelas informações repassadas antecipadamente de vítimas de acidentes de trânsito ou mesmo de mortes naturais.
Conforme noticiado nesta newsletter, os criminosos falsificavam documentos para receber a indenização do seguro obrigatório do trânsito. As informações sigilosas obtidas permitiam que membros da quadrilha chegassem ao local antes da equipe do IML e enganassem os familiares para assinarem uma procuração que facilitava a abertura do processo de sinistro DPVAT.
Entre os envolvidos no golpe, estão médicos, empresários, funcionários públicos do IML e agentes funerários. Segundo a polícia, a quadrilha também fraudava documentos do local de morte e atestados de óbito.
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