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Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

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 Por trás de um assassinato, golpe contra DPVAT
  29 de março de 2016

Morto na tarde de quarta-feira do dia 10 de março, em Nova Iguaçu (RJ), o diretor-administrativo do Hospital da Posse, Fernando Magalhães, pode ter sido executado pelos disparos feitos por dois homens que estavam em uma motocicleta. A hipótese foi levantada pela Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, depois de analisar imagens de câmeras de segurança da região em que ocorreu o crime (bairro K-11), segundo revela o jornal O Globo.

O motivo do assassinato? A linha de investigação aponta para o seguinte fato: Fernando Magalhães estaria checando denúncias sobre golpes relacionados ao DPVAT. Que denúncias? A de que funcionários do hospital estariam forjando atestados médicos para alimentar um esquema de liberação de indenizações.

Por meio de nota, a direção do Hospital da Posse explicou, conforme O Globo, que todas as transações financeiras da unidade são feitas diretamente pela Secretaria de Saúde de Nova Iguaçu. Como diretor-administrativo, Magalhães nunca assinou qualquer processo de compra de equipamentos ou insumos ou atendeu a fornecedores. Sua função no hospital era operacional.

A nota da direção do Hospital da Posse afasta ou procura afastar, a suposição de que o assassinato do seu diretor-administrativo tenha como motivação algum ato de corrupção, originado de licitações ou de compras de materiais de qualquer natureza. Os investigadores, por sua vez, informaram que nenhum pertence de Magalhães foi roubado, afastando também a hipótese de assalto seguido de morte. Para eles, isso comprova a tese de execução.

Por trás do crime, portanto, estão, supostamente, fraudes contra o DPVAT.



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