Alberto Salino - MTb 13.016
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Rio e SP tentam fazer dever de casa
12 de abril de 2016
Com sete anos de atuação, completados em meados do mês passado, a Operação Lei Seca, no Rio de Janeiro, abordou mais 2,1 milhões de motoristas, aplicou 423.402 multas, rebocou 83.948 veículos e recolheu carteiras de habilitação de quase 155 mil pessoas alcoolizadas, situação que colocava em risco de vida centenas de fluminense em possíveis acidentes de trânsito. A Lei Seca contribuiu para que o percentual de motoristas embriagados abordados nas fiscalizações passasse de 7,9%, em 2009, para 5,1%, atualmente, segundo coordenadores da operação.
Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram que o número de vítimas fatais passou de 59 por 100 mil veículos, em 2009, para 29 por 100 mil veículos, em 2015. Já a quantidade de feridos em acidentes de trânsito que fora de 991 pessoas a cada 100 mil veículos, há sete anos, caiu para 653 pessoas, ano passado.
Já em São Paulo, em 2015, houve queda de 20,6% no número de mortos em acidentes de trânsito em relação ao ano anterior. É a maior baixa desde 1998, quando passou a vigorar o novo Código de Trânsito Brasileiro e a redução atingiu 23,7%, informa a Rede Nossa São Paulo. O número de mortes no trânsito (992) é também o menor da série histórica registrada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-SP), que teve início em 1979.
Os resultados são atribuídos por especialistas a fatores diversos, ainda segundo aponta a Rede Nossa São Paulo. Por um lado, a crise econômica contribui com a redução das viagens e, com isso, de acidentes. Conforme dados parciais, a tendência de queda, ainda que em menor escala, se repete no restante do estado. Na lista de contribuições estão também medidas específicas adotadas na capital paulista relacionadas à segurança viária, como diminuição de limites de velocidade e maior fiscalização por radares, que resultaram numa disparada de 40% no total de multas.
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