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Jornalista Responsável:
Alberto Salino - MTb 13.016

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 Saída está na livre escolha de corretor e seguradora
  05 de janeiro de 2016

O DPVAT pode sim melhorar, sobre todos os aspectos. Na avaliação do corretor e diretor da mineira Atlântida Corretora de Seguros, Eduardo Veloso, a solução está na quebra do monopólio, modelo de engessamento que é causa das mazelas que está enfraquecendo o produto na atualidade. Para ele, uma decisão nessa linha realmente resolveria o problema do DPVAT.

Eduardo Veloso defende a manutenção do caráter obrigatório desse seguro. “Mas seria dado ao proprietário do veículo o direito de contratar o seguro na corretora e na seguradora de sua escolha. Isto sim resolveria”, sustenta, assinalando que neste modelo de negócio o custo do DPVAT possivelmente cairia pela metade. Ele revela, contudo, ceticismo quanto à real possibilidade de se pôr fim ao monopólio. “Com a atual política de nosso País, isto jamais irá ocorrer”, diz, lamentando.

Já sem espaço no processo de comercialização do DPVAT, perdido com a introdução do monopólio, o corretor se vê na iminência de perder espaço também na área de sinistro, com a pretensão da Seguradora Líder de confinar a sua participação a 30 atendimentos a vítimas do trânsito por mês. Eduardo Veloso acredita que tal limitação desmotiva o corretor e tende a contribuir para aumentar as fraudes praticadas por agentes não credenciados a órgãos reguladores, pois a medida restritiva vai dar a esses intermediários mais oportunidades para aliciar vítimas do trânsito.

“Os atravessadores sairão ganhando, sim”, sentencia, certo de que, tendo o corretor atado a um sistema de cota, a medida abre precedente para que a vítima, ou sua família, procure outro canal de atendimento, “correndo o risco de cair nas mãos de pessoas com segundas intenções”. As lojas dos Correios, na sua opinião, até poderia ser uma boa solução para o segurado, desde de que ao modelo fosse acrescentado a parceria com corretor habilitado. A sugestão dele é simples: cada agência dos Correios teria um corretor responsável pelos processos administrativos de sinistro DPVAT.

Ao invés de limitar, o ideal para Eduardo Veloso seria a Líder instituir um programa de incentivo aos corretores no atendimento aos sinistros DPVAT. Sua sugestão é que a própria Líder estimule o segurado a procurar um corretor de seguros cadastrado mais próximo de sua residência, bem como dê maior abertura para tramitação dos processos e maior remuneração aos corretores, dentre outros incentivos.



Comentários


Paulo Nery06 de janeiro de 2016
Companheiro Eduardo....Tive, no RECOVAT o meu ramo de desenvolvimento em seguros,,,Pois bem, a grande vitória que obtivemos foi a de não dependermos mais dos Detrans. Alí a corrupção era imensa, pois sonegavam a obrigatoriedade do bilhete em troca de algun$$ favores. VENCEMOS esta \"afronta\". Há muito tempo é pago junto com o IPVA o que constituiu, para nós corretores, grande vitória. Entretanto, os tempos passaram. Assim, as coberturas do DPVAT necessitam de alterações...Pensemos, pois, em sugerir algumas coberturas complementar ao DPVAT. Tais como as do seguro de \"Responsabilidade Civil do Chefe de Família\"? São opcionais. Porém, continuando \"obrigatório\" e cobrado junto ao IPVA. Creio, segundo informações, que temos um Senador e um Deputado que são simpatizantes das alterações que buscamos. Por ser um seguro iminentemente de alcance social, claro estes políticos vão se interessar. Meus respeitos e fortes abraços e parabéns por sua narrativa. Paulo Celso Valente Nery - corretor (broncossauro).

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